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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Aula 01 - Sistemas Operacional (Linux)



Pronatec 2 - Informática
Aula 01 --- Sistema Operacional  ---- Linux ...
Ementa:
Sistemas Operacionais (Linux):
·         Introdução
·         Sistema Operacional e sua Estrutura
·         Drivers
·         Sistemas Multi-tareta e monotareta
·         Sistemas Mono usuário e multiusuário
·         Comandos Linux – Trabalhar com Shell
·         Sistemas de arquivos Linux
·         Estrutura de diretórios Linux
·         Permissões de arquivos
·         Usuários Linux
·         O Sistema Operacional e a Interface Gráfica
·         Shell Script
·         Arquivos e Programas de Configuração
Avaliações:
·         3 Provas ( 60 pontos)
·         1 Trabalho (10 pontos)
·         Seminário (10 Pontos)
·         Trabalhos em Sala de Aula (20 pontos)
·         Participação (05 Pontos)
Total: 105 Pontos


Definição:
  • Informática: É o termo usado para descrever o conjunto das ciências relacionadas ao armazenamento, transmissão e e processamento de informações em meios digitais.

                                          Memória
                                                  |
Entrada   ----------------    Processamento  -------------------  Saída

  • Sistema operacional é um software (programa) ou um conjunto de programas cuja função é gerenciar os recursos do sistema (definir qual programa recebe atenção do processador, gerenciar memória, criar um sistema de arquivos, etc.), além de fornecer uma interface entre o computador e o usuário.

É o primeiro programa que a máquina executa no momento em que é ligada (num processo chamado de bootstrapping) e, a partir de então, não deixa de funcionar até que o computador seja desligado.
O sistema operacional reveza sua execução com a de outros programas, como se estivesse vigiando, controlando e orquestrando todo o processo computacional.
Fonte: http://pt.wikipedia.org

  • Hardware: São os componentes físicos de um sistema de computador, abrangendo quaisquer periféricos.
Ex. Impressoras, modens, monitor, disquetes, scanner, mouses, etc..
  • Software: Programas de computador; instruções que o computador é capaz de entender e executar.

Ex. DOS, Windows, Word, Excel, PowerPoint, Access, etc.

Tipos de Software:

  • APLICATIVO - Software usado para atividades específicas.

Ex. Processadores de texto, planilhas e bancos de dados que executam as tarefas solicitadas pelo usuário. 

  • SOFTWARE BÁSICO - Sistemas Operacionais, que controlam o funcionamento do computador.

Ex. DOS, Windows, Linux Novell, Unix, etc.

  • Duas outras categorias, que não se encaixam entre os softwares básicos nem entre os softwares aplicativos, embora contenham elementos de ambos, são os softwares de rede, e as linguagens de programação.


Sistema Operacional Mono-Tarefa:

  • O ambiente mais simples é aquele onde um usuário executa um aplicativo de cada vez.  Como o próprio nome diz, o S.O. permite que apenas uma programa (tarefa) seja executado de cada vez.
Exemplo:  MS- DOS – Microsoft




Sistema Operacional Multi-tarefa:

  • Os sistemas multitarefa representam um avanço em relação aos sistemas monotarefa. Muitos comportam apenas um usuário, que, pode, entretanto, executar várias atividades ao mesmo tempo, como impressão, digitação de texto e acesso a Internet, etc.

Exemplos: Windows, Linux, etc.

 
Software Proprietário x Software Livre.

“Liberdade”
"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências." Pablo Neruda

Software Proprietário é um programa para computador que é licenciado com direitos exclusivos para o seu produtor.
Exemplo: Windows, Microsoft Officce (Word, Excel,etc)
Obs.: O seu uso, redistribuição (doar, emprestar, vender a terceiros) ou modificação (Adequar as suas necessidades) é proibida.

Software Livre é um software que permite que possamos fazer alterações em seu código fonte sem que o proprietário precise autorizar, ou seja, podemos adequar as nossas necessidades.
Exemplo: Linux e suas distribuições.

Mas será que todo software livre é gratuito?

  • O que é uma distribuição? O que é uma distro Linux?

Distribuição Linux é um sistema operacional incluindo o kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um conjunto.


Kernel à Núcleo do sistema operacional. (Gerenciamento de memória, processos, dos arquivos, etc).

Historia do Linux:

  • Tudo começou em 1991, quando Linus Torvalds começou a trabalhar no desenvolvimento de um sistema Unix para rodar em seu 386. Na época, o único sistema similar era o Minix, um sistema operacional para uso acadêmico, que era bastante limitado. No início, Linus usava o Minix para rodar o editor, compiladores e outras ferramentas de desenvolvimento que utilizava para desenvolver o kernel Linux, mas, a partir de um certo ponto, ele passou a usar o próprio Linux. Ou seja, depois de um breve período de encubação dentro do Minix, o Linux passou a ser desenvolvido dentro do próprio Linux.
  • De início, o kernel Linux era um projeto muito pequeno, o hobby de um único programador. Entretanto, ele tinha uma grande vantagem em relação aos sistemas UNIX que o precederam: o simples fato de ser disponibilizado sob a licença GPL. Isso permitiu que outros programadores adotassem o projeto, passando a contribuir com melhorias e correções. Subitamente, toda a demanda acumulada em relação a um sistema Unix para micros PC foi canalizada em torno do Linux, fazendo com que o sistema passasse a crescer em um ritmo cada vez mais acelerado, chegando ao que temos nos dias de hoje.

Licenças GPL

A licença GPL (Licença Publica Geral) idealizada por Richard Stallman em 1989 e a de  maior utilização por parte de software livre, tão comentada, mas ao mesmo tempo tão mal compreendida, pode ser resumida em 4 direitos básicos e uma obrigação:

1- Aplicativos disponibilizados sob a GPL podem ser usados por qualquer um e para qualquer fim, sem limitações. Mesmo que eventualmente os criadores mudem de ideia e resolvam passar a distribuir novas versões do programa sob outra licença, as versões que foram distribuídas sob a GPL continuam disponíveis, o que permite que outros desenvolvedores criem uma derivação e continuem o desenvolvimento. Isso traz uma boa dose de segurança para quem usa o aplicativo, já que reduz a chance de ele ser descontinuado e ficar indisponível. Enquanto houver um volume considerável de usuários interessados no aplicativo, é bem provável que o desenvolvimento continue, de uma forma ou de outra.

2- Direito de tirar cópias do programa, distribuí-las ou até mesmo vendê-las a quem tiver interesse. Existe a possibilidade de ganhar algum dinheiro vendendo CDs gravados, por exemplo, mas como todo mundo pode fazer a mesma coisa, é preciso vender por um preço relativamente baixo, cobrando pelo trabalho de gravação e não pelo software em si, que está largamente disponível.
Isso faz com que a forma mais eficiente de ganhar dinheiro com os softwares seja prestar suporte e vender serviços de personalização e não com a venda direta, como no caso dos softwares comerciais. Para o cliente, acaba sendo vantajoso, pois o custo de implantação será o gasto com a consultoria e treinamentos, enquanto ao implantar um software comercial qualquer, ele gastaria também com as licenças de uso.

3- Direito de ter acesso ao código fonte do programa, fazer alterações e redistribuí-las. Para um programador este é o principal atrativo, já que permite criar novos projetos usando como base o código fonte de programas já existentes (ao invés de ter sempre que começar do zero), sem falar na grande oportunidade de aprendizado que examinar o código fonte de outros programas propicia.

4- Direito (e ao mesmo tempo a obrigação) de redistribuir as modificações feitas. Este é o ponto onde existem mais mal-entendidos. Se você desenvolve um software por hobby, ou para usá-lo internamente na sua empresa, e não possui interesse em explorá-lo comercialmente, você pode simplesmente divulgar o código fonte para todo mundo, o que é o caminho mais lógico se você pretende atrair outros interessados em ajudá-lo no desenvolvimento. Mas, caso você pretenda receber pelo seu trabalho de desenvolvimento, existem duas opções:
a) Você pode distribuir o software livremente para aumentar a base de usuários e ganhar vendendo suporte, treinamentos e personalizações.
b) Você só é obrigado a distribuir o código fonte a quem obtém o software, de forma que você pode trabalhar batendo de porta em porta, vendendo o software para alguns clientes específicos e fornecendo o código fonte apenas para eles. Não existe nada de errado com este modelo, mas você perde a possibilidade de ter contribuições de outros desenvolvedores, o que pode ser ruim a longo prazo.

Exercícios ----- Valor 2 Ptos .... Para motivar um pouco!!!!

  1. O que é um software e um hardware?
  2. O que é e para que serve o sistema operacional?
  3. Cite exemplos de dispositivos de entrada e de saída.
  4. Cite exemplos de Sistema Operacional.
  5. O que difere um software proprietário de um livre.
  6. Fale basicamente sobre a licença GPL.
  7. O que é um código Fonte.
  8. O que é um Kernel.
  9. O que é uma distribuição Linux.
  10. Cite exemplos de distribuições Linux.
  11. O que é um sistema Multi-Tarefa.
  12. O que é um código Fonte.
  13. O que é um compilador.
  14. O que pensa sobre liberdade de escolha? (Pessoal)


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