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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Instalação do Linux - Parte I

Bem, amigos nessa nova postagem,quero falar sobre a instalação do Linux.

Antes disso quero falar um pouco sobre as diversas distribuições que existe no mercado, que é como uma religião para alguns usuários, porém essa não o objetivo dessa postagem masno futuro postarei sobre as diversas distribuiçõs que existem no mercado hoje.

Vou apenas citar três distribuições mais comuns que é o Debian, o Mandriva e o Kurumim, essas distruibições se parecem muito em suas instalações e possuem um passo a passo. Todas as instalações do Linux necessita um conhecimento no minímo básico para que seja efetuada de forma correta.

Bom, o foco é a instalação e logo abaixo estarei mostrando como instalar o GNU Linux distribuição Slackware,veja só estou falando de uma quarta distribuição temos produtos para todos os usuários.

Antes de começarmos e colocar-mos a mão na massa vamos conhecer um pouco da historia do Slackware.

O Slackware, criado por Patrick Volkerding no fim de 1992, e inicialmente lançado para o mundo em 17 de Julho de 1993, foi a primeira distribuição Linux a alcançar um uso bastante difundido.

Esta distribuição privada ganhou rapidamente a popularidade, assim que Volkerding decidiu nomeá-lo para Slackware e distribui-lo publicamente. Ao longo, Patrick adicionou coisas novas ao Slackware;
  • Um programa de instalação amigável para o usuário e baseado em um sistema de menu, também com o conceito de gerênciamento de pacote, na qual permite que os usuários facilmente adicionem, removam ou atualizem um programa ou o seu sistema inteiro.
Há muitas razões porque o Slackware é a distribuição Linux mais antiga em atividade. Não tenta imitar o Windows, tenta ser o mais similar ao Unix possível. Ele não esconde seus processos atrás de uma interface gráfica de apontar e clicar, ao invés disso ele põe os usuários no controle e mostra para eles exatamente o que está acontecendo. Seu desenvolvimento não é acelerado artificialmente para cumprir prazos - cada versão só é lançada quando realmente está pronta.

O Slackware é para as pessoas que gostam de aprender e fazer com o sistema exatamente o que quer, simples e estável, além de uma rápida estação de trabalho. Você poderá encontrar desktops com Slackware funcionando quase todos com um gerenciador de janelas ou com ambiente de trabalho.

Olha, não é o foco defender ou não certa distribuição aqui, porém optei por mostra a instalação do Slackware para vocês sentirei realmente como o Linux funciona, como diz um grande amigo na unha.

Nota: Para se instalar o Slacware é necessário um bom conhecimento do hardware que se tem na máquina.

Vamos lá:

Para efeitos de organização, os softwares do Slackware são dividos em séries. Essa séries são usadas para categorizar os pacotes inclusos no Slackware.

Abaixo segue as séris dos pacotes:


Série Conteúdo

  • A -> Base do sistema. Contêm um grande parte do softwares utilizados para se ter um sistema básico.
  • AP ->Diversos aplicativos que não necessitam de um Servidor X.
  • D ->Ferramentas de desenvolvimento de programas. Compiladores, debugadores, interpretadores e a grande parte das man pages.
  • E ->GNU Emacs.
  • F ->FAQs, HOWTOs e outros tipos de documentação.
  • GNOME ->O ambiente gráfico GNOME.
  • K ->O código fonte do kernel do Linux.
  • KDE -> O ambiente gráfico K. Um ambiente gráfico que possui muitas características visuais em comum com o MacOS e o Windows. A biblioteca Qt, requerida para este ambiente, é encontrada nesta série.
  • KDEI -> Pacotes de internacionalização para o ambiente KDE.
  • L ->Bibliotecas. Bibliotecas dinâmicas lincadas necessárias para muitos outros programas.
  • N ->Programas de Rede. Daemons, programas de e-mail, telnet, leitor de news e alguns outros.
  • T -> Sistema de formatação de documentos teTeX.
  • TCL -> Ferramenta de Linguagem de comando. Tk, TclX, e TkDesk.
  • X -> Sistema base para o X Window.
  • XAP -> Aplicações gráficas que não fazem parte de um ambiente de desktop principal (como por exemplo: Ghostscript e Netscape).
  • Y -> Jogos de console BSD
Existe vários formas de Boot,porém vou fazer comentarios apenas com o CD-ROM, mais comum atualmente, mas se alguém necessitar de fazer com alguma outra mídia e em mandar um email e/ou postar comentarios no blog.

As midias de instalação podem ser conseguidas no siteonto para gravação no site ftp://ftp.slackware-brasil.com.br e gravá-las, em seguida configurar o seu micro para dar boot via CD.

Feito isso vamos particionar o seu Hard Disk. Recomendo fazer duas particões, uma para o sistema de arquivos root (/) e outra para a área de troca (swap).

Ao terminar de dar o boot com o CD aparecerá um prompt de login. Entre no sistema como usuário root (sem senha). No shell, execute fdisk. No linux em vez de letras de drive, eles são representados por arquivos. O primeiro disco rigido da IDE é /dev/hda, o primario slave /dev/hdb e assim suscessivamente. Discos SCSI seguem o mesmo esquema mas no formato /dev/sdX. Vou considera um disco IDE.

# fdisk /dev/hda

A primeira coisa a se fazer é examinar o seu esquema de particões. Digite p** no prompt do fdisk.

Command (m for help): p

AVISO: É imprensidivel fazer backup dos arquivos caso os tenha no Hard Disk em que vai ser feita a remoção e criação das particóes.

Para remover as particões existentes digite d:

Command (m for help): d Partition number (1-4): 1

Repita este processo para cada uma das partições que você possua no HD. Após removê-las, estaremos prontos para criar as do Linux. Decidimos criar uma partição para o nosso sistema de arquivos root e uma para o swap.

Eu utilizo dois esquemas básicos de particionamento. O primeiro é para um desktop. Faço 4 partições, /, /home, /usr/local, e swap. Assim posso re-instalar ou atualizar tudo que está instalado em / sem remover os meus arquivos de dados no /home ou os meus aplicativos personalizados compilados no /usr/local. Em servidores, geralmente substituo a partição /usr/local por uma partição /var. Muitos servidores diferentes armazenam informações nesta partição e mantê-la separada do / traz benefícios quanto ao desempenho. Por enquanto, vamos ficar com apenas estas duas partições: / e swap.

Agora podemos criar as partições com o comando n:

Command (m for help): n

Command action

e extended

p primary partition (1-4)

p

Partition number (1-4):1

First cylinder (0-1060, default 0):0

Last cylinder or +size or +sizeM or +sizeK (0-1060, default 1060):+64M

Assegure-se de ter criado partições primárias. A primeira partição será a nossa partição swap. Diremos ao fdisk para tornar a partição número 1 uma partição primária. Ela começará no cilindro 0 e, para o cilindro final, digitamos +64M. Isto criará uma partição de 64 megabytes para swap. (Na verdade, o tamanho da partição de swap depende da quantidade de RAM do seu sistema. Por convenção se usa uma partição de swap com o dobro do tamanho da RAM do seu sistema.) Então, definimos a partição primária número 2 começando no primeiro cilindro disponível e indo até o final do drive.

Command (m for help): n

Command action

e extended

p primary partition (1-4)

p

Partition number (1-4):2

First cylinder (124-1060, default 124):124

Last cylinder or +size or +sizeM or +sizeK (124-1060, default 1060):1060

Está quase pronto. Precisamos alterar o tipo da primeira partição para tipo 82 (Linux swap). Digite t para alterar o tipo, selecione a primeira partição, e digite 82. Antes de gravar as suas alterações em disco. Use o p no fdisk para exibir a tabela de partições. Se tudo parecer estar bem, digite w para salvar as suas alterações e sair do fdisk.

Bem estamos prontos para iniciar a instalação.

O nosso próxima passo e executar o programa setup que ficará para o nova postagem.

Devido a grandiosidade desse artigo, resolvi dividi-los em partes para um melhor entendimento.

Abraços.

Um comentário:

Anônimo disse...

bom o artigo. Estou esperando a nova parte. Até mais.

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